quinta-feira, julho 24, 2025

Lição 4 – Uma Igreja Cheia do Espírito Santo - CPAD


 
Lição 4 – Uma Igreja Cheia do Espírito Santo

📅 3° Trimestre de 2025 | Classe: Adultos | Data: 27 de Julho de 2025
✍️ Comentarista: José Gonçalves


📖 TEXTO ÁUREO

“E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.”
(Atos 4.31)


🎯 VERDADE PRÁTICA

Uma igreja cheia do Espírito Santo suporta aflições, ora com poder e ousa no testemunho cristão.


📚 LEITURA DIÁRIA

DiaReferênciaTema
SegundaMt 10.19,23Suportando as provações
TerçaEf 5.18,19Adorando no Espírito
QuartaAt 13.9,10Autoridade espiritual
QuintaRm 8.11,12Poder sobre o pecado
SextaRm 5.5Capacidade de amar
SábadoAt 4.31Orando com poder

🎓 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

🔖 Atos 4.24-31
(Versículos completos conforme lição para leitura e estudo)


🔊 HINOS

🎶 Hinos sugeridos da Harpa Cristã: 126, 224, 387


✍️ INTRODUÇÃO

Nesta lição, aprenderemos como uma igreja cheia do Espírito Santo:

✔️ Suporta aflições com perseverança
✔️ Ora com poder e propósito
✔️ Testemunha com ousadia

A igreja primitiva renunciou à zona de conforto para cumprir a missão com coragem e relevância, capacitada pelo Espírito.


💡 PALAVRA-CHAVE: Espírito Santo


🔥 I – UMA IGREJA PERSEVERANTE

  1. Suporta o sofrimento.
    Mesmo diante de prisões e ameaças (At 4.3,17,18), os apóstolos permaneceram firmes, cheios do Espírito (At 4.8).

  2. Não negocia seus valores.
    “Importa obedecer a Deus do que aos homens.” (At 4.19)

  3. Está convicta de sua fé.
    A igreja proclama a Palavra e manifesta a obra de Deus com autoridade (Rm 15.18,19).

📌 Sinopse:
A igreja primitiva enfrentou perseguições, mas permaneceu firme na fé e na missão.


🙏 II – UMA IGREJA QUE ORA COM PODER

  1. Ora com propósito.
    Pedem ousadia e sinais para glorificar a Deus (At 4.24-30).

  2. Ora em unidade.
    “Unânimes levantaram a voz a Deus.” (At 4.24)

  3. Ora fundamentada na Palavra.
    Basearam sua oração no Salmo 2.1-2 (At 4.25).

📌 Sinopse:
A oração fortalece a igreja e traz direção, coragem e poder.


💪 III – UMA IGREJA OUSADA NO TESTEMUNHO

  1. Enfrenta oposição.
    “Olha para suas ameaças…” (At 4.29)

  2. Exerce os dons espirituais.
    Cheios do Espírito, operavam milagres e sinais (At 4.31).

  3. Anuncia com ousadia.
    “Anunciavam com ousadia a palavra de Deus.” (At 4.31)

📌 Sinopse:
Movida pelo Espírito, a igreja pregava com coragem e sem temor.


CONCLUSÃO

Para sermos uma igreja relevante hoje:

✔️ Perseverança diante das provas
✔️ Oração com poder e propósito
✔️ Ousadia para proclamar o Evangelho

🔔 Mensagem final:

“Se queremos ser uma igreja impactante, devemos nos encher diariamente do Espírito Santo.”


📝 Revisando o conteúdo

  1. O que caracteriza uma igreja perseverante?
    ➡️ Suporta provas e sofrimento com firmeza.

  2. Qual marca mostra que a igreja está perdendo poder espiritual?
    ➡️ Negociar princípios e aceitar práticas que afrontam a Bíblia.

  3. O que Atos 4.24-30 nos mostra?
    ➡️ A oração unida e com propósito para evangelismo com poder.

  4. O enchimento do Espírito está relacionado a quê?
    ➡️ À prática dos dons espirituais na igreja.

  5. “Ousadia” em Atos 4 refere-se a quê?
    ➡️ Coragem para pregar e testemunhar.

Aula 7 Discipulado e Integração (PARTE 1) - 14-08-2012


PARTE 1 da Aula de Discipulado e Integração, ministrada pelo Pastor Dr. Caramuru Afonso na Igreja Assembleia de Deus Vida Em Cristo, em Jacareí - SP, no dia 14 de agosto de 2012.

Apoio: www.portalebd.org.br

quinta-feira, julho 20, 2017

CPAD - 3º Trimestre de 2017 - Lição 04 – O Senhor e Salvador Jesus Cristo

 

TEXTO ÁUREO

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." (Jo 14.6)

VERDADE PRÁTICA

Cremos no Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem e o único Salvador do mundo.

João 1.1-14

1 - No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 - Ele estava no princípio com Deus.
3 - Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 - Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;
5 - e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
6 - Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
7 - Este veio para testemunho para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.
8 - Não era ele a luz, mas veio para que testificasse da luz.
9 - Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo,
10 - estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu.
11 - Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12 - Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome,
13 - os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.
14 - E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

INTRODUÇÃO

Há inúmeros pontos da cristologia dignos de ocupar a mente e o coração de todos os seres humanos. O nosso espaço aqui é exíguo para um estudo completo. Temos de nos contentar com alguns pontos relevantes sobre a verdadeira identidade de Jesus. A provisão

segunda-feira, julho 10, 2017

CPAD - 3º Trimestre de 2017 - Lição 03 – A Santíssima Trindade: Um só Deus em Três Pessoas



TEXTO ÁUREO

"Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo." (Mt 28.19)

VERDADE PRÁTICA

Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo iguais em substância, glória, poder e majestade.

1 Coríntios 12.4-6; 2 Coríntios 13.13

1 Co 12.4 - Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 - E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 - E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
2 Co 13.13 - A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém!

INTRODUÇÃO

A doutrina da Trindade é a verdade mais crucial do pensamento cristão, mas

sexta-feira, julho 07, 2017

CPAD - 3º Trimestre de 2017 - Lição 02 - O Único Deus Verdadeiro e a Criação


TEXTO ÁUREO

"E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor." (Mc 12.29)

VERDADE PRÁTICA

Cremos em um só Deus, o Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas, visíveis e invisíveis.

Deuteronômio 6.4; Gênesis 1.1

Dt 6.4 - Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR.
Gn 1.1 - No princípio, criou Deus os céus e a terra.

INTRODUÇÃO

A doutrina de Deus é vasta, e nem mesmo os grandes tratados de teologia conseguem esgotar o assunto. O enfoque da presente lição é a unidade de Deus, o monoteísmo judaico-cristão e a obra da criação. Nosso objetivo é mostrar que há um abismo intransponível entre o criacionismo e o

quarta-feira, julho 05, 2017

CPAD - 3º Trimestre de 2017 - Lição 01 – Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia




TEXTO ÁUREO
"Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." (2 Pe 1.21)

VERDADE PRÁTICA
Cremos na inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão.

2 Timóteo 3.14-17
14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15 - E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
16 - Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça,
17 - para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

INTRODUÇÃO

A Bíblia é a revelação de Deus escrita para a humanidade. Disso decorre o fato de ela ser nossa exclusiva fonte de autoridade espiritual. Sua inspiração divina e sua soberania como única regra de fé e prática para a nossa vida constituem a doutrina basilar da fé cristã. Essa inspiração é um fato singular que ocorreu na história da redenção humana. O enfoque da presente lição é sobre a importância e o significado dessa inspiração divina.

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I - REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO

1. Revelação. A palavra "revelação", apocalipsis, em grego, significa o ato e o efeito de tirar o véu que encobre o desconhecido. Nas Escrituras, essa palavra é usada em relação a Deus, pois é Ele quem revela a si mesmo, a sua vontade e natureza e os demais mistérios. Ele "não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas" (Am 3.7). Deus conhece tudo aquilo que está fora do alcance dos seres humanos. A busca da verdade, sem Deus, é vã e está destinada ao fracasso (1 Co 1.21).

2. Inspiração. É o registro dessa revelação sob a influência do Espírito Santo, que penetra até as profundezas de Deus (1 Co 2.10-13). Divinamente inspirados são os 66 livros da Bíblia. Os escritores sagrados foram os receptáculos da revelação: "homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1.21, ARA). Eles receberam os oráculos divinos de forma especial, exclusiva, única e milagrosa. Ninguém mais, além deles, foi usado por Deus dessa maneira específica.

3. A forma de comunicação. O processo de comunicação divina aos profetas do Antigo Testamento se desenvolveu por meio da palavra e da visão, do som e da imagem (Jr 1.11-13). A revelação aos apóstolos no Novo Testamento veio diretamente do Senhor Jesus Cristo (Gl 1.11,12; 2 Pe 1.16-18; 1 Jo 1.3) e do Espírito Santo (Ef 3.4,5). A frase "veio a palavra do SENHOR a", "veio a mim a palavra do SENHOR" ou fraseologia similar, tão frequente no Antigo Testamento, diz respeito a uma revelação direta, externa e audível. Essa forma de comunicação não aparece no Novo Testamento na comunicação divina aos apóstolos, exceto uma única vez no ministério de João Batista: "veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias" (Lc 3.2), pois ele é o último profeta da dispensação da lei (Lc 16.16).

SÍNTESE DO TÓPICO I
A Bíblia é a revelada e inspirada Palavra de Deus.

II - A INSPIRAÇÃO DIVINA

1. A inspiração divina. "Toda a Escritura é inspirada por Deus" (v.16, ARA). A palavra grega, aqui traduzida por "inspirada por Deus" ou "divinamente inspirada", é theopneustos. Ela só aparece uma única vez na Bíblia, vinda de duas palavras gregas: theos, "Deus", e pneo, "respirar, soprar". Isso significa que o texto sagrado foi "soprado por Deus". A palavra teopneustia significa "inspiração divina da Bíblia". Segundo o Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, de Caudas Aulete, o termo quer dizer "inspiração divina que presidiu à redação das Sagradas Escrituras". Josefo, o historiador judeu, e Fílon de Alexandria, disseram que as Escrituras são divinamente inspiradas, mas usaram outros termos.

2. Uma avaliação exegética. Estamos acostumados com duas traduções: "toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa" e "toda Escritura é divina inspirada e proveitosa". Ambas as versões são permitidas à luz da gramática grega. Mas a primeira é mais precisa, pois a conjunção grega kai, "e", aparece entre os dois adjetivos "inspirada" e "proveitosa". Isso significa que o apóstolo está afirmando duas verdades sobre a Escritura, a saber: divinamente inspirada e proveitosa; e não somente uma dessas duas coisas. Dizer que "toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa" pode dar margem para alguém interpretar que nem toda Escritura é inspirada.

3. Autoridade. A autoridade da Bíblia deriva de sua origem divina. O selo dessa autoridade aparece em expressões como "assim diz o SENHOR" (Êx 5.1; Is 7.7); "veio a palavra do SENHOR" (Jr 1.2); "está escrito" (Mc 1.2). Isso encerra a suprema autoridade das Escrituras com plena e total garantia de infalibilidade, pois a Bíblia é a Palavra de Deus (Mc 7.13; 1 Pe 1.23-25).

SÍNTESE DO TÓPICO II
Toda a Bíblia é inspirada por Deus

III - INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL

1. Inspiração plenária. Tal expressão significa que todos os livros das Escrituras são inspirados por Deus. O apóstolo Paulo deixa isso muito claro quando afirma que "toda a Escritura é divinamente inspirada". A inspiração da Bíblia é especial e única. Não existe na Bíblia um livro mais inspirado e outro menos. Todos têm o mesmo grau de inspiração e autoridade.

A Bíblia que Jesus e seus apóstolos usavam era formada pela Lei de Moisés, os Profetas e os Escritos; essa terceira parte é encabeçada pelos Salmos (Lc 24.44). O termo "Escritura" ou "Escrituras" que aparece no Novo Testamento refere-se a esse Cânon tripartido, que é o mesmo Antigo Testamento de nossa Bíblia. Cabe ressaltar que o apóstolo Paulo, ao afirmar que "toda a Escritura é divinamente inspirada", se referia também aos escritos apostólicos.
Os escritos dos apóstolos se revestiam da mesma autoridade dos livros do Antigo Testamento já desde a Era Apostólica. Inclusive, "profetas e apóstolos", às vezes, aparecem como termos intercambiáveis (2 Pe 3.2). O apóstolo Pedro considera ainda as epístolas paulinas como Escrituras (2 Pe 3.15,16). O apóstolo Paulo ensinava: "Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário" (1 Tm 5.18). O apóstolo aqui coloca lado a lado citações da lei de Moisés (Dt 25.4) e dos Evangelhos (Mt 10.10; Lc 10.7), chamando ambas de "Escritura". Outras vezes, ele deixa claro que seus escritos são de origem divina (2 Co 13.3; 1 Ts 2.13). Isso nos permite afirmar que a frase "Toda Escritura é divinamente inspirada" se refere à Bíblia completa, aos 66 livros do Antigo e Novo Testamento.

2. Inspiração verbal. Essa característica bíblica significa que cada palavra foi inspirada pelo Espírito Santo (1 Co 2.13); e também que as ideias vieram de Deus (2 Pe 1.21). O tipo de linguagem, o vocabulário, o estilo e a personalidade são diversificados nos textos bíblicos porque Deus usou cada escritor em sua geração e em sua cultura, com seus diversos graus de instrução. Isso mostra que quem produziu esses livros sagrados eram seres humanos que viveram em várias regiões e pertenceram a diversas gerações desde Moisés até o apóstolo João, passaram-se cerca de mil anos. Eles não foram tratados como meras máquinas, mas como instrumentos usados pelo Espírito Santo. Deus "soprou" nos escritores sagrados. Uns produziram som de flauta e outros de trombetas, mas era Deus quem soprava. Assim, eles produziram esse maravilhoso som que são as Escrituras Sagradas.

SÍNTESE DO TÓPICO III
A inspiração da Bíblia Sagrada é plena e verbal.

IV - ÚNICA REGRA INFALÍVEL DE FÉ E PRÁTICA

1. "Proveitosa para ensinar". O propósito das Escrituras é o ensino para a salvação em Jesus, pois elas "podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus" (2 Tm 3.15). São ensinos espirituais que não se encontram em nenhum lugar do mundo. A Bíblia revela os mistérios do passado como a criação, os do futuro como a vinda de Jesus, os decretos eternos de Deus, os segredos do coração humano e as coisas profundas de Deus (Gn 2.1-4; Is 46.10; Lc 21.25-28).

2. A conduta humana. A Bíblia corrige o erro e é útil para orientar a vida sendo "proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça" (v.16b). Uma das grandezas das Escrituras é a sua aplicabilidade na vida diária, na família, na igreja, no trabalho e na sociedade. Deus é o nosso Criador e somente Ele nos conhece e sabe o que é bom para suas criaturas. E essas orientações estão na Bíblia, o "manual do fabricante".

3. As traduções da Bíblia. A autoridade e as instruções das Escrituras valem para todas as línguas em que elas forem traduzidas. É vontade de Deus que todos os povos, tribos, línguas e nações conheçam sua Palavra (Mt 28.19; At 1.8). Em que idioma essa mensagem deve ser pregada? Hebraico? Grego? Aramaico? Não! Na língua do povo. Os apóstolos citam diversas traduções gregas da Septuaginta no Novo Testamento. Isso mostra que a mesma inspiração do Antigo Testamento hebraico se manteve na Septuaginta. A citação de Salmos 8.4-6 em Hebreus 2.6-8 é um bom exemplo. A inspiração divina se conserva em outras línguas. Desde os tempos do Antigo Testamento, até hoje, Deus se manifestou e se manifesta a cada um de seus servos e suas servas no seu próprio idioma.

SÍNTESE DO TÓPICO IV
A Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.

CONCLUSÃO

Cremos que a Bíblia é a única revelação escrita de Deus para toda a humanidade e que seu texto foi preservado e sua inspiração divina é mantida nas 2.935 línguas em que ela é traduzida (segundo dados da Sociedade Bíblica do Brasil). Que cada um possa receber a Bíblia sem restrição alguma, pois ela é a Palavra de Deus em qualquer língua em que vier a ser traduzida.

Referências
Revista Lições Bíblicas. A RAZÃO DA NOSSA FÉAssim cremos, assim vivemos. Lição 01 – Inspiração divina e autoridade da Bíblia. I – Revelação e inspiração. 1.Revelação. 2. Inspiração. 3. A forma de comunicação. II – A inspiração divina. 1. A inspiração divina. 2. Uma avaliação exegética. 3. Autoridade. III – Inspiração plena e verbal. 1. Inspiração plenária. 2. Inspiração verbal. IV – única regra infalível de fé e prática. 1. “Proveitosa para ensinar”. 2. A conduta humana. As traduções da Bíblia. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2017.